Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH)
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

João 1 a 4 (dia 252)

JOÃO 1

A Palavra da vida


1 No começo aquele que é a Palavra já existia. Ele estava com Deus e era Deus. 2 Desde o princípio, a Palavra estava com Deus. 3 Por meio da Palavra, Deus fez todas as coisas, e nada do que existe foi feito sem ela. 4 A Palavra era a fonte da vida, e essa vida trouxe a luz para todas as pessoas. 5 A luz brilha na escuridão, e a escuridão não conseguiu apagá-la.


6 Houve um homem chamado João, que foi enviado por Deus 7 para falar a respeito da luz. Ele veio para que por meio dele todos pudessem ouvir a mensagem e crer nela. 8 João não era a luz, mas veio para falar a respeito da luz, 9 a luz verdadeira que veio ao mundo e ilumina todas as pessoas.


10 A Palavra estava no mundo, e por meio dela Deus fez o mundo, mas o mundo não a conheceu. 

11 Aquele que é a Palavra veio para o seu próprio país, mas o seu povo não o recebeu. 12 Porém alguns creram nele e o receberam, e a estes ele deu o direito de se tornarem filhos de Deus. 13 Eles não se tornaram filhos de Deus pelos meios naturais, isto é, não nasceram como nascem os filhos de um pai humano; o próprio Deus é quem foi o Pai deles.


14 A Palavra se tornou um ser humano e morou entre nós, cheia de amor e de verdade. E nós vimos a revelação da sua natureza divina, natureza que ele recebeu como Filho único do Pai.


15 João [Batista] disse o seguinte a respeito de Jesus:

— Este é aquele de quem eu disse: “Ele vem depois de mim, mas é mais importante do que eu, pois antes de eu nascer ele já existia.”


16 Porque todos nós temos sido abençoados com as riquezas do seu amor, com bênçãos e mais bênçãos. 17 A lei foi dada por meio de Moisés, mas o amor e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. 

18 Ninguém nunca viu Deus. Somente o Filho único, que é Deus e está ao lado do Pai, foi quem nos mostrou quem é Deus.






A mensagem de João Batista


19 Os líderes judeus enviaram de Jerusalém alguns sacerdotes e levitas para perguntarem a João quem ele era. 20 João afirmou claramente:

— Eu não sou o Messias.


21 Eles tornaram a perguntar:

— Então, quem é você? Você é Elias?

— Não, eu não sou! — respondeu João.

— Você é o Profeta que estamos esperando?

— Não! — respondeu ele.


22 Aí eles disseram a João:

— Diga quem é você para podermos levar uma resposta aos que nos enviaram. O que é que você diz a respeito de você mesmo?


23 João respondeu, citando o profeta Isaías:

— “Eu sou aquele que grita assim no deserto: preparem o caminho para o Senhor passar.”

[Ver Is 40:3 - LXX]


24 Os que foram enviados eram do grupo dos fariseus; 25 eles perguntaram a João:

— Se você não é o Messias, nem Elias, nem o Profeta que estamos esperando, por que é que você batiza?


26 João respondeu:
— Eu batizo com água, mas no meio de vocês está alguém que vocês não conhecem. 27 Ele vem depois de mim, mas eu não mereço a honra de desamarrar as correias das sandálias dele.


28 Isso aconteceu no povoado de Betânia, no lado leste do rio Jordão, onde João estava batizando.






O Cordeiro de Deus


29 No dia seguinte, João viu Jesus vindo na direção dele e disse:

— Aí está o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! 30 Eu estava falando a respeito dele quando disse: “Depois de mim vem um homem que é mais importante do que eu, pois antes de eu nascer ele já existia.” 31 Eu mesmo não sabia quem ele era, mas vim, batizando com água para que o povo de Israel saiba quem ele é.


32 João continuou:

— Eu vi o Espírito descer do céu como uma pomba e parar sobre ele. 33 Eu não sabia quem ele era, mas Deus, que me mandou batizar com água, me disse: “Você vai ver o Espírito descer e parar sobre um homem. Esse é quem batiza com o Espírito Santo.” 34 E eu vi isso e por esse motivo tenho declarado que ele é o Filho de Deus.






Os primeiros discípulos de Jesus


35 No dia seguinte, João estava outra vez ali com dois dos seus discípulos. 36 Quando viu Jesus passar, disse:

— Aí está o Cordeiro de Deus!


37 Quando os dois discípulos de João ouviram isso, saíram seguindo Jesus. 38 Então Jesus olhou para trás, viu que eles o seguiam e perguntou:

— O que é que vocês estão procurando?
 

 Eles perguntaram:

— Rabi, onde é que o senhor mora? (“Rabi” quer dizer “mestre”.)


39 — Venham ver! — disse Jesus.
 

Então eles foram, viram onde Jesus estava morando e ficaram com ele o resto daquele dia. Isso aconteceu mais ou menos às quatro horas da tarde.


40 André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois homens que tinham ouvido João falar a respeito de Jesus e por isso o haviam seguido. 41 A primeira coisa que André fez foi procurar o seu irmão Simão e dizer a ele:

— Achamos o Messias. (“Messias” quer dizer “Cristo”.)


42 Então André levou o seu irmão a Jesus. Jesus olhou para Simão e disse:

— Você é Simão, filho de João, mas de agora em diante o seu nome será Cefas. (“Cefas” é o mesmo que “Pedro” e quer dizer “pedra”.)






Jesus chama Filipe e Natanael


43 No dia seguinte, Jesus resolveu ir para a região da Galileia. Antes de ir, foi procurar Filipe e disse:

— Venha comigo!
 

 44 Filipe era de Betsaida, de onde eram também André e Pedro. 45 Filipe foi procurar Natanael e disse:

— Achamos aquele a respeito de quem Moisés escreveu no Livro da Lei e sobre quem os profetas também escreveram. É Jesus, filho de José, da cidade de Nazaré.


46 Natanael perguntou:

— E será que pode sair alguma coisa boa de Nazaré?


— Venha ver! — respondeu Filipe.


47 Quando Jesus viu Natanael chegando, disse a respeito dele:

— Aí está um verdadeiro israelita, um homem realmente sincero.
 

 48 Então Natanael perguntou a Jesus:

— De onde o senhor me conhece?


Jesus respondeu:

— Antes que Filipe chamasse você, eu já tinha visto você sentado debaixo daquela figueira.
 

 49 Então Natanael exclamou:
— Mestre, o senhor é o Filho de Deus! O senhor é o Rei de Israel!


50 Jesus respondeu:

— Você crê em mim só porque eu disse que tinha visto você debaixo da figueira? Pois você verá coisas maiores do que esta. 51 Eu afirmo a vocês que isto é verdade: vocês verão o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem.







JOÃO 2

Jesus vai a um casamento


1 Dois dias depois, houve um casamento no povoado de Caná, na região da Galileia, e a mãe de Jesus estava ali. 2 Jesus e os seus discípulos também tinham sido convidados para o casamento. 3 Quando acabou o vinho, a mãe de Jesus lhe disse:

— O vinho acabou.


4 Jesus respondeu:

— Não é preciso que a senhora diga o que eu devo fazer. Ainda não chegou a minha hora.
 

 5 Então ela disse aos empregados:

— Façam o que ele mandar.


6 Ali perto estavam seis potes de pedra; em cada um cabiam entre oitenta e cento e vinte litros de água. Os judeus usavam a água que guardavam nesses potes nas suas cerimônias de purificação. 7 Jesus disse aos empregados:

— Encham de água estes potes.
 

 E eles os encheram até a boca. 8 Em seguida Jesus mandou:

— Agora tirem um pouco da água destes potes e levem ao dirigente da festa.
 

E eles levaram.

 


 

9 Então o dirigente da festa provou a água, e a água tinha virado vinho. Ele não sabia de onde tinha vindo aquele vinho, mas os empregados sabiam. Por isso ele chamou o noivo 10 e disse:

— Todos costumam servir primeiro o vinho bom e, depois que os convidados já beberam muito, servem o vinho comum. Mas você guardou até agora o melhor vinho.


11 Jesus fez esse seu primeiro milagre em Caná da Galileia. Assim ele revelou a sua natureza divina, e os seus discípulos creram nele.


12 Depois disso, Jesus, a sua mãe, os seus irmãos e os seus discípulos foram para a cidade de Cafarnaum e ficaram alguns dias ali.






Jesus vai ao Templo

Mateus 21:12-17; Marcos 11:15-19; Lucas 19:45-48


13 Alguns dias antes da Páscoa dos judeus, Jesus foi até a cidade de Jerusalém. 14 No pátio do Templo encontrou pessoas vendendo bois, ovelhas e pombas; e viu também os que, sentados às suas mesas, trocavam dinheiro para o povo. 15 Então ele fez um chicote de cordas e expulsou toda aquela gente dali e também as ovelhas e os bois. Virou as mesas dos que trocavam dinheiro, e as moedas se espalharam pelo chão.

 


 

16 E disse aos que vendiam pombas:

— Tirem tudo isto daqui! Parem de fazer da casa do meu Pai um mercado!
 

 17 Então os discípulos dele lembraram das palavras das Escrituras Sagradas que dizem: “O meu amor pela tua casa, ó Deus, queima dentro de mim como fogo.”

[Ver Sl 69:9]


18 Aí os líderes judeus perguntaram:

— Que milagre você pode fazer para nos provar que tem autoridade para fazer isso?


19 Jesus respondeu:

— Derrubem este Templo, e eu o construirei de novo em três dias!
 

 20 Eles disseram:

— A construção deste Templo levou quarenta e seis anos, e você diz que vai construí-lo de novo em três dias?


21 Porém o templo do qual Jesus estava falando era o seu próprio corpo. 22 Quando Jesus foi ressuscitado, os seus discípulos lembraram que ele tinha dito isso e então creram nas Escrituras Sagradas e nas palavras dele.






Jesus sabe o que as pessoas pensam


23 Quando Jesus estava em Jerusalém, durante a Festa da Páscoa, muitos creram nele porque viram os milagres que ele fazia. 24 Mas Jesus não confiava neles, pois os conhecia muito bem. 25 E ninguém precisava falar com ele sobre qualquer pessoa, pois ele sabia o que cada pessoa pensava.







JOÃO 3

Jesus e Nicodemos


1 Havia um fariseu chamado Nicodemos, que era líder dos judeus. 2 Uma noite ele foi visitar Jesus e disse:

— Rabi, nós sabemos que o senhor é um mestre que Deus enviou, pois ninguém pode fazer esses milagres se Deus não estiver com ele.


3 Jesus respondeu:

— Eu afirmo ao senhor que isto é verdade: ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo.
 

 4 Nicodemos perguntou:

— Como é que um homem velho pode nascer de novo? Será que ele pode voltar para a barriga da sua mãe e nascer outra vez?


5 Jesus disse:

— Eu afirmo ao senhor que isto é verdade: ninguém pode entrar no Reino de Deus se não nascer da água e do Espírito. 6 Quem nasce de pais humanos é um ser de natureza humana; quem nasce do Espírito é um ser de natureza espiritual. 7 Por isso não fique admirado porque eu disse que todos vocês precisam nascer de novo. 8 O vento sopra onde quer, e ouve-se o barulho que ele faz, mas não se sabe de onde ele vem, nem para onde vai. A mesma coisa acontece com todos os que nascem do Espírito.
 

9 — Como pode ser isso? — perguntou Nicodemos.


10 Jesus respondeu:

— O senhor é professor do povo de Israel e não entende isso? 11 Pois eu afirmo ao senhor que isto é verdade: nós falamos daquilo que sabemos e contamos o que temos visto, mas vocês não querem aceitar a nossa mensagem. 12 Se vocês não creem quando falo das coisas deste mundo, como vão crer se eu falar das coisas do céu? 13 Ninguém subiu ao céu, a não ser o Filho do Homem, que desceu do céu.

14 — Assim como Moisés, no deserto, levantou a cobra de bronze numa estaca, assim também o Filho do Homem tem de ser levantado, 15 para que todos os que crerem nele tenham a vida eterna. 16 Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna. 17 Pois Deus mandou o seu Filho para salvar o mundo e não para julgá-lo.

18 — Aquele que crê no Filho não é julgado; mas quem não crê já está julgado porque não crê no Filho único de Deus. 19 E é assim que o julgamento é feito: Deus mandou a luz ao mundo, mas as pessoas preferiram a escuridão porque fazem o que é mau. 20 Pois todos os que fazem o mal odeiam a luz e fogem dela, para que ninguém veja as coisas más que eles fazem. 21 Mas os que vivem de acordo com a verdade procuram a luz, a fim de que possa ser visto claramente que as suas ações são feitas de acordo com a vontade de Deus.






Jesus e João Batista


22 Depois disso, Jesus e os seus discípulos foram para a região da Judeia. Ele ficou algum tempo com eles ali e batizava as pessoas. 23 João também estava batizando em Enom, perto de Salim, porque lá havia muita água. 24 (João ainda não tinha sido preso.)


25 Alguns discípulos de João tiveram uma discussão com um judeu sobre a cerimônia de purificação. 26 Eles foram dizer a João:

— Mestre, aquele homem que estava com o senhor no outro lado do rio Jordão está batizando as pessoas. O senhor falou sobre ele, lembra? E todos estão indo atrás dele.


27 João respondeu:

— Ninguém pode ter alguma coisa se ela não for dada por Deus. 28 Vocês são testemunhas de que eu disse: “Eu não sou o Messias, mas fui enviado adiante dele.” 29 Num casamento, o noivo é aquele a quem a noiva pertence. O amigo do noivo está ali, e o escuta, e se alegra quando ouve a voz dele. Assim também o que está acontecendo com Jesus me faz ficar completamente alegre. 30 Ele tem de ficar cada vez mais importante, e eu, menos importante.






Aquele que vem do céu


31 Aquele que vem de cima é o mais importante de todos, e quem vem da terra é da terra e fala das coisas terrenas. Quem vem do céu é o mais importante de todos. 32 Ele fala daquilo que viu e ouviu, mas ninguém aceita a sua mensagem. 33 Quem aceita a sua mensagem dá prova de que o que Deus diz é verdade. 34 Aquele que Deus enviou diz as palavras de Deus porque Deus dá do seu Espírito sem medida. 35 O Pai ama o Filho e pôs tudo nas mãos dele. 36 Por isso quem crê no Filho tem a vida eterna; porém quem desobedece ao Filho nunca terá a vida eterna, mas sofrerá para sempre o castigo de Deus.







JOÃO 4

Jesus e a mulher samaritana


1 Os fariseus ouviram dizer que Jesus estava ganhando mais discípulos e batizava mais pessoas do que João. 2 (De fato, não era Jesus quem batizava, e sim os seus discípulos.) 3 Quando Jesus ficou sabendo disso, saiu da Judeia e voltou para a Galileia. 4 No caminho, ele tinha de passar pela região da Samaria.

 

5 Ele chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, que ficava perto das terras que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou menos meio-dia quando Jesus, cansado da viagem, sentou-se perto do poço.

 

 7 Uma mulher samaritana veio tirar água, e Jesus lhe disse:

— Por favor, me dê um pouco de água.
 

8 (Os discípulos de Jesus tinham ido até a cidade comprar comida.)
 

 9 A mulher respondeu:

— O senhor é judeu, e eu sou samaritana. Então como é que o senhor me pede água? (Ela disse isso porque os judeus não se dão com os samaritanos.)


10 Então Jesus disse:

— Se você soubesse o que Deus pode dar e quem é que está lhe pedindo água, você pediria, e ele lhe daria a água da vida.
 

11 Ela respondeu:

— O senhor não tem balde para tirar água, e o poço é fundo. Como é que vai conseguir essa água da vida? 12 Nosso antepassado Jacó nos deu este poço. Ele, os seus filhos e os seus animais beberam água daqui. Será que o senhor é mais importante do que Jacó?


13 Então Jesus disse:

— Quem beber desta água terá sede de novo, 14 mas a pessoa que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Porque a água que eu lhe der se tornará nela uma fonte de água que dará vida eterna.
 

 


 

15 Então a mulher pediu:

— Por favor, me dê dessa água! Assim eu nunca mais terei sede e não precisarei mais vir aqui buscar água.
 

16 — Vá chamar o seu marido e volte aqui! — ordenou Jesus.
 

17 — Eu não tenho marido! — respondeu a mulher.
 

Então Jesus disse:

— Você está certa ao dizer que não tem marido, 18 pois já teve cinco, e este que você tem agora não é, de fato, seu marido. Sim, você falou a verdade.
 

19 A mulher respondeu:
— Agora eu sei que o senhor é um profeta! 20 Os nossos antepassados adoravam a Deus neste monte, mas vocês, judeus, dizem que Jerusalém é o lugar onde devemos adorá-lo.


21 Jesus disse:

— Mulher, creia no que eu digo: chegará o tempo em que ninguém vai adorar a Deus nem neste monte nem em Jerusalém. 22 Vocês, samaritanos, não sabem o que adoram, mas nós sabemos o que adoramos porque a salvação vem dos judeus. 23 Mas virá o tempo, e, de fato, já chegou, em que os verdadeiros adoradores vão adorar o Pai em espírito e em verdade. Pois são esses que o Pai quer que o adorem. 24 Deus é Espírito, e por isso os que o adoram devem adorá-lo em espírito e em verdade.
 

25 A mulher respondeu:

— Eu sei que o Messias, chamado Cristo, tem de vir. E, quando ele vier, vai explicar tudo para nós.


26 Então Jesus afirmou:

— Pois eu, que estou falando com você, sou o Messias.
 

27 Naquele momento chegaram os seus discípulos e ficaram admirados, pois ele estava conversando com uma mulher. Mas nenhum deles perguntou à mulher o que ela queria. E também não perguntaram a Jesus por que motivo ele estava falando com ela.


28 Em seguida, a mulher deixou ali o seu pote, voltou até a cidade e disse a todas as pessoas:

29 — Venham ver o homem que disse tudo o que eu tenho feito. Será que ele é o Messias?


30 Muitas pessoas saíram da cidade e foram para o lugar onde Jesus estava.
 

31 Enquanto isso, os discípulos pediam a Jesus:

— Mestre, coma alguma coisa!


32 Jesus respondeu:

— Eu tenho para comer uma comida que vocês não conhecem.
 

33 Então os discípulos começaram a perguntar uns aos outros:

— Será que alguém já trouxe comida para ele?


34 — A minha comida — disse Jesus — é fazer a vontade daquele que me enviou e terminar o trabalho que ele me deu para fazer. 35 Vocês costumam dizer: “Daqui a quatro meses teremos a colheita.” Mas olhem e vejam bem os campos: o que foi plantado já está maduro e pronto para a colheita. 36 Quem colhe recebe o seu salário, e o resultado do seu trabalho é a vida eterna para as pessoas. E assim tanto o que semeia como o que colhe se alegrarão juntos. 37 Porque é verdade o que dizem: “Um semeia, e outro colhe.” 38 Eu mandei vocês colherem onde não trabalharam; outros trabalharam ali, e vocês aproveitaram o trabalho deles.
 

39 Muitos samaritanos daquela cidade creram em Jesus porque a mulher tinha dito: “Ele me disse tudo o que eu tenho feito.” 40 Quando os samaritanos chegaram ao lugar onde Jesus estava, pediram a ele que ficasse com eles, e Jesus ficou ali dois dias.


41 E muitos outros creram por causa da mensagem dele. 42 Eles diziam à mulher:

— Agora não é mais por causa do que você disse que nós cremos, mas porque nós mesmos o ouvimos falar. E sabemos que ele é, de fato, o Salvador do mundo.






Jesus cura o filho de um funcionário público


43 Depois de ficar dois dias ali, Jesus foi para a região da Galileia. 44 Pois, como ele mesmo disse: “Um profeta não é respeitado na sua própria terra.” 45 Quando chegou à Galileia, os moradores dali o receberam bem. É que eles tinham ido à Festa da Páscoa, em Jerusalém, e tinham visto tudo o que Jesus havia feito lá.


46 Jesus voltou a Caná da Galileia, onde havia transformado água em vinho. Estava ali um alto funcionário público que morava em Cafarnaum. Ele tinha em casa um filho doente. 47 Quando ouviu dizer que Jesus tinha vindo da Judeia para a Galileia, foi pedir a ele que fosse a Cafarnaum e curasse o seu filho, que estava morrendo. 48 Jesus disse ao funcionário:

— Vocês só creem quando veem grandes milagres!
 

49 Ele respondeu:

— Senhor, venha depressa, antes que o meu filho morra!


50 — Volte para casa! O seu filho vai viver! — disse Jesus.
 

Ele creu nas palavras de Jesus e foi embora. 51 No caminho encontrou-se com os seus empregados, que disseram:

— O seu filho está vivo!


52 Então ele perguntou a que horas o filho havia começado a melhorar. Os empregados responderam:

— Ontem, à uma da tarde, a febre passou.


53 Aí o pai lembrou que havia sido naquela mesma hora que Jesus tinha dito: “O seu filho vai viver.” Então ele e toda a família creram em Jesus.

54 Esse foi o segundo milagre que Jesus fez depois de ter ido da Judeia para a Galileia.
  


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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Esdras 2 a 5 (dia 102)

Esdras 2

Os que voltaram da Babilônia


Neemias 7:4-73


1 Entre os israelitas que o rei Nabucodonosor, da Babilônia, tinha levado como prisioneiros, havia muitos que eram da província de Judá. Estes voltaram para Jerusalém e Judá, cada um para a sua própria cidade.

2 Os seus líderes eram Zorobabel, Josué, Neemias, Seraías, Reelaías, Mordecai, Bilsã, Mispar, Bigvai, Reum e Baaná.
Esta é a lista dos grupos de famílias do povo de Israel que voltaram da Babilônia, sendo indicados o nome do chefe e o número de pessoas de cada grupo:

3-20 Parós: dois mil cento e setenta e dois;
Sefatias: trezentos e setenta e dois;
Ará: setecentos e setenta e cinco;
Paate-Moabe, isto é, os descendentes de Jesua e de Moabe: dois mil oitocentos e doze;
Elão: mil duzentos e cinquenta e quatro;
Zatu: novecentos e quarenta e cinco;
Zacai: setecentos e sessenta;
Bani: seiscentos e quarenta e dois;
Bebai: seiscentos e vinte e três;
Azgade: mil duzentos e vinte e dois;
Adonicã: seiscentos e sessenta e seis;
Bigvai: dois mil e cinquenta e seis;
Adim: quatrocentos e cinquenta e quatro;
Ater, também chamado de Ezequias: noventa e oito;
Besai: trezentos e vinte e três;
Jora: cento e doze;
Hasum: duzentos e vinte e três;
Gibar: noventa e cinco.

21-35 Também voltaram as pessoas cujos antepassados haviam morado nas seguintes cidades:
Belém: cento e vinte e três;
Netofa: cinquenta e seis;
Anatote: cento e vinte e oito;
Azmavete: quarenta e duas;
Quiriate-Arim, Cefira e Beerote: setecentas e quarenta e três;
Ramá e Geba: seiscentas e vinte e uma;
Micmás: cento e vinte e duas;
Betel e Ai: duzentas e vinte e três;
Nebo: cinquenta e duas;
Magbis: cento e cinquenta e seis;
A outra Elão: mil duzentas e cinquenta e quatro;
Harim: trezentas e vinte;
Lode, Hadide e Ono: setecentas e vinte e cinco;
Jericó: trezentas e quarenta e cinco;
Senaá: três mil seiscentas e trinta.

36-39 Esta é a lista dos grupos de famílias de sacerdotes que voltaram do cativeiro, sendo indicados o nome do chefe e o número de pessoas de cada grupo:
Jedaías, descendente de Jesua: novecentos e setenta e três;
Imer: mil e cinquenta e dois;
Pasur: mil duzentos e quarenta e sete;
Harim: mil e dezessete.

40-42 Esta é a lista dos grupos de famílias de levitas que voltaram do cativeiro:
Levitas descendentes de Jesua e Cadmiel, que eram descendentes de Hodavias: setenta e quatro.
Músicos descendentes de Asafe: cento e vinte e oito.
Porteiros descendentes de Salum, de Ater, de Talmom, de Acube, de Hatita e de Sobai: ao todo, cento e trinta e nove.

43-54 Esta é a lista dos grupos de famílias de servidores do Templo que voltaram do cativeiro, sendo indicado o nome do chefe de cada grupo:
Zia, Hasufa, Tabaote, Queros, Sia, Padom, Lebana, Hagaba, Acube, Hagabe, Salmai, Hanã, Gidel, Gaar, Reaías, Rezim, Necoda, Gazã, Uzá, Paseia, Besai, Asnate, Meunim, Nefisim, Baquebuque, Hacufa, Harur, Baslute, Meída, Harsa, Barcôs, Sísera, Temá, Nesias e Hatifa.

55-57 Esta é a lista dos grupos de famílias de servidores de Salomão que voltaram do cativeiro, sendo indicado o nome do chefe de cada grupo:
Sotai, Soferete, Peruda, Jaala, Darcom, Gidel, Sefatias, Hatil, Poquerete-Hazebaim e Ami.

58 O total dos trabalhadores do Templo e dos descendentes dos servidores de Salomão era de trezentos e noventa e dois.

59-60 Havia seiscentos e cinquenta e dois que eram dos grupos de famílias de Delaías, Tobias e Necoda que voltaram das cidades de Tel-Melá, Tel-Harsa, Querube, Adã e Imer. Mas eles não puderam provar que eram israelitas por raça ou por parentesco.
61 Os grupos de famílias dos sacerdotes Habaías, Coz e Barzilai não puderam encontrar registros que provassem de quem eram descendentes. (O antepassado do grupo de famílias de Barzilai tinha casado com uma das filhas de Barzilai, o gileadita, e ficou com o nome do seu sogro.) 62 Eles não foram aceitos como sacerdotes porque não puderam provar quem eram os seus antepassados.

63 O governador mandou que não comessem dos alimentos sagrados até que aparecesse um sacerdote que pudesse decidir a questão, usando o Urim e o Tumim.

64-67 Total dos israelitas que voltaram: quarenta e dois mil trezentos e sessenta;
Os seus escravos e escravas: sete mil trezentos e trinta e sete.
Cantores e cantoras: duzentos.
Cavalos: setecentos e trinta e seis;
Mulas: duzentas e quarenta e cinco;
Camelos: quatrocentos e trinta e cinco;
Jumentos: seis mil setecentos e vinte.
68 Quando chegaram ao Templo do Senhor, em Jerusalém, alguns chefes dos grupos de famílias entregaram ofertas para tornar a construir o Templo de Deus no mesmo lugar.

69 Deram para o fundo de construção, de acordo com o que podiam, quinhentos e catorze quilos de ouro, dois mil e oitocentos quilos de prata e cem mantos sacerdotais.
70 Os sacerdotes, os levitas e algumas pessoas do povo ficaram morando em Jerusalém ou ali perto. Os músicos, os serventes e os porteiros do Templo e os outros israelitas ficaram nas cidades onde os seus antepassados tinham vivido.



Esdras 3

O altar e os sacrifícios

1 Quando chegou o sétimo mês e os israelitas já estavam morando nas suas cidades, todo o povo se reuniu em Jerusalém. 2 Então o sacerdote Josué, filho de Jozadaque, e os seus companheiros, os outros sacerdotes, e também Zorobabel, filho de Salatiel, e os seus parentes construíram o altar do Deus de Israel, para oferecer sobre ele os sacrifícios que manda a Lei de Moisés, homem de Deus. 3 Mesmo tendo medo da gente daquela região, eles construíram de novo o altar no lugar em que ele estava antes. Então começaram a oferecer sacrifícios sobre ele todas as manhãs e todas as tardes. 4 Além disso, comemoraram a Festa das Barracas de acordo com a Lei de Moisés, oferecendo cada dia os sacrifícios ordenados para aquele dia. 5 Trouxeram também os sacrifícios que deviam ser completamente queimados diariamente e os que deviam ser apresentados na Festa da Lua Nova e nas outras festas sagradas. E ofereceram também aquilo que traziam por vontade própria.

6 O povo começou a oferecer sacrifícios ao Senhor desde o dia primeiro do sétimo mês, antes mesmo que o Templo do Senhor começasse a ser construído de novo.

 



Começa a reconstrução do Templo

7 O povo deu dinheiro para pagar os pedreiros e carpinteiros; e deu comida, bebida e azeite para serem mandados às cidades de Tiro e Sidom. Essas coisas foram trocadas por madeira de cedro, que foi trazida por mar do Líbano até o porto de Jope. Tudo isso foi feito com a permissão de Ciro, rei da Pérsia.


8 E assim, no ano seguinte ao da sua volta, no segundo mês, os israelitas começaram a construir de novo o Templo de Deus, que fica em Jerusalém. Zorobabel, filho de Salatiel, e Josué, filho de Jozadaque, junto com os seus parentes, os sacerdotes e os levitas e todos os israelitas que haviam voltado para Jerusalém, pegaram firme no trabalho. Todos os levitas maiores de vinte anos foram encarregados de dirigir as obras.

9 Josué e os seus filhos e irmãos formaram um grupo junto com Cadmiel e os seus filhos, que eram descendentes de Hodavias. Esse grupo dirigia os que trabalhavam na construção e era ajudado pelos levitas do grupo de famílias de Henadade.


10 Quando os construtores colocaram os alicerces do Templo, os sacerdotes ficaram de pé, vestidos com roupas especiais para aquela ocasião e com trombetas nas mãos. Os levitas descendentes de Asafe carregavam pratos musicais para louvar a Deus, o Senhor, de acordo com o que Davi, rei de Israel, havia mandado.

11 Uns cantavam louvores e agradeciam ao Senhor, e os outros respondiam. Eles diziam:
“O Senhor é bom,
e o seu amor pelo povo de Israel dura para sempre!”
 

E todo o povo gritava bem alto e louvava o Senhor porque a construção do seu novo Templo já havia começado.

 


 

12 Muitos sacerdotes, levitas e chefes de famílias eram velhos e tinham visto o primeiro Templo. Eles choravam alto ao verem que os alicerces do novo Templo haviam sido colocados. Mas os outros que estavam ali gritavam de alegria. 13 E assim ninguém podia saber se o povo gritava de alegria ou se chorava, pois gritavam tão alto, que de longe se ouvia o barulho.



Esdras 4


Os inimigos fazem parar as obras

1 Os inimigos das tribos de Judá e Benjamim souberam que os que haviam voltado da Babilônia estavam construindo de novo o Templo do Senhor, o Deus de Israel.

2 Então foram falar com Zorobabel e com os chefes das famílias. Disseram o seguinte:
— Queremos construir o Templo junto com vocês. Nós adoramos o mesmo Deus que vocês e temos oferecido sacrifícios a ele desde o tempo de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos mandou morar aqui.

3 Porém Zorobabel, Josué e os outros chefes das famílias israelitas responderam:
— Não precisamos que vocês nos ajudem a construir um templo para o Senhor, nosso Deus. Nós vamos fazer isso sozinhos, como Ciro, rei da Pérsia, mandou.
4 Então a gente daquela região fez tudo para desanimar os israelitas e para pôr medo neles a fim de parar a construção.

5 Além disso, deram dinheiro a certos funcionários do governo para que estes atrapalhassem os planos dos israelitas. E os inimigos fizeram isso durante todo o tempo em que Ciro foi rei da Pérsia, até o reinado de Dario, rei da Pérsia.



Uma carta para o rei

6 No começo do reinado de Xerxes, os inimigos escreveram uma acusação contra os moradores de Judá e de Jerusalém.
7 Bislã, Mitredate, Tabeel e os seus companheiros escreveram uma carta a Artaxerxes, rei da Pérsia. A carta foi escrita em aramaico e traduzida para a língua persa.

8 Reum, que era o governador, e Sinsai, o escrivão, também escreveram uma carta ao rei Artaxerxes contra os moradores de Jerusalém. A carta dizia:
9 “Esta carta é enviada por Reum, o governador, e Sinsai, o escrivão, junto com os seus companheiros, os juízes e todos os outros funcionários, que são naturais de Ereque, da Babilônia e de Susã, na terra de Elão,

10 e junto com os outros povos que o grande e poderoso Assurbanipal tirou dos seus países e levou para morar na cidade de Samaria e no resto da província do Eufrates-Oeste.”

11 A carta continuava assim:
“Ao rei Artaxerxes, os seus servidores da província do Eufrates-Oeste escrevem o que segue:
12 “Ó rei, levamos ao seu conhecimento que os judeus que o senhor mandou para cá chegaram a Jerusalém e estão construindo de novo essa cidade rebelde e má. Já começaram a levantar as muralhas e logo vão acabar esse trabalho. 13 É bom que o rei também saiba que, se essa cidade for reconstruída, e se as suas muralhas forem levantadas de novo, essa gente não vai querer pagar nenhum imposto nem taxas, e por causa disso o rei terá muito prejuízo. 14 Como nós somos seus servidores, não queremos que o senhor fique prejudicado. Por isso, sugerimos 15 que o senhor mande fazer uma investigação nos arquivos dos seus antepassados. Se fizer isso, descobrirá que Jerusalém é uma cidade rebelde e que, desde os tempos antigos, ela tem dado trabalho aos reis e aos governadores das províncias. Em outros tempos, tem havido revoltas nela, e por isso ela foi destruída.

16 Portanto, ó rei, nós estamos certos de que, se essa cidade for construída de novo, e se as suas muralhas forem consertadas, o senhor não poderá mais controlar a província do Eufrates-Oeste.”



A resposta do rei

17 Então o rei Artaxerxes mandou a seguinte resposta:
“A Reum, o governador, a Sinsai, o escrivão, e aos seus companheiros que vivem em Samaria e no resto da província do Eufrates-Oeste: Saudações.
18 “A carta que vocês mandaram foi traduzida para a língua persa e lida para mim. 19 Então mandei que fizessem uma investigação, e descobriu-se que, desde os tempos antigos, Jerusalém tem se revoltado contra a autoridade do rei e que ela sempre esteve cheia de rebeldes e de criadores de casos. 20 Reis poderosos reinaram ali e governaram toda a província do Eufrates-Oeste, e o povo lhes pagava impostos e taxas. 21 Portanto, deem ordens para que parem as obras. Essa cidade não será construída de novo enquanto eu não mandar.

22 Cumpram essa ordem com todo o cuidado para evitar que eu tenha mais prejuízos.”

23 A carta do rei Artaxerxes foi lida para Reum, para Sinsai e para os seus companheiros. Então todos eles foram imediatamente a Jerusalém e, ameaçando os israelitas com armas, os obrigaram a parar as obras.



A reconstrução do Templo

24 O trabalho da construção do Templo havia sido interrompido e tinha continuado parado até o segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia.



Esdras 5

1 O profeta Ageu e o profeta Zacarias, filho de Ido, começaram a dar aos israelitas que estavam em Judá e em Jerusalém mensagens que haviam recebido do Deus de Israel.

2 Zorobabel, filho de Salatiel, e Josué, filho de Jozadaque, ouviram as mensagens. Então começaram a reconstruir o Templo de Jerusalém, e os dois profetas os ajudavam.

3 Quase ao mesmo tempo, Tatenai, o governador da província do Eufrates-Oeste, e Setar-Bozenai e os seus companheiros foram a Jerusalém e perguntaram:
— Quem deu ordem para vocês reconstruírem este Templo e consertarem estas muralhas?
4 Eles também perguntaram os nomes dos homens que estavam ajudando a reconstruir o Templo. 5 Mas Deus estava protegendo os líderes israelitas, e por isso os oficiais persas resolveram não fazer nada enquanto não escrevessem sobre aquele assunto ao rei Dario e recebessem uma resposta.

6 O relatório que Tatenai e Setar-Bozenai e os seus companheiros mandaram ao rei foi este:
7 “Ao rei Dario: Que o senhor governe em paz!

8 Levamos ao seu conhecimento que fomos à região de Judá e vimos que o Templo do Grande Deus está sendo construído com enormes blocos de pedra e que as vigas de madeira estão sendo colocadas nas paredes. O trabalho está sendo feito com muito cuidado, e a obra está indo depressa.
9 “Então nós perguntamos aos líderes do povo quem lhes tinha dado ordem para reconstruir o Templo e as muralhas. 10 Também perguntamos os seus nomes, para que pudéssemos informar ao senhor sobre quem são os chefes do trabalho. 11 Eles responderam: ‘Nós somos servos do Deus do céu e da terra e estamos reconstruindo o Templo que um grande rei de Israel construiu e terminou há muito tempo. 12 Porém os nossos antepassados fizeram o Deus do céu ficar irado, e por isso ele deixou que fôssemos conquistados por Nabucodonosor, rei da Babilônia, que era natural da Caldeia. O Templo foi destruído, e o povo foi levado para a Babilônia. 13 Mas, no primeiro ano do reinado de Ciro como rei da Babilônia, ele mandou que o Templo fosse reconstruído. 14 Também devolveu as vasilhas de ouro e de prata que o rei Nabucodonosor havia tirado do Templo de Jerusalém e colocado no templo de Babilônia. O rei Ciro devolveu essas vasilhas a um homem chamado Sesbazar, que ele havia nomeado governador de Judá. 15 O rei mandou que Sesbazar as levasse de volta para o Templo de Jerusalém. Mandou também que reconstruísse o Templo no mesmo lugar do primeiro.

16 Então Sesbazar veio e colocou os alicerces do Templo. A construção continuou desde aquela época até agora, mas ainda não terminou.’
17 “Portanto, se isso lhe agradar, ó rei, mande agora dar uma busca nos arquivos reais da Babilônia, para saber se o rei Ciro deu ou não ordem para que este Templo fosse reconstruído em Jerusalém. Depois nos informe o que o senhor quer que se faça a respeito desse assunto.”