Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH)
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sexta-feira, 13 de julho de 2012

2º Crônicas 22 a 25 (dia 98)

2º Crônicas 22

O reinado de Acazias, de Judá

2º Reis 8:25-29; 9:27-29


1 Os moradores de Jerusalém puseram Acazias, o filho mais moço de Jeorão, como rei no lugar do seu pai. Isso porque o bando de árabes que havia invadido o acampamento tinha matado todos os filhos de Jeorão, menos Acazias. Assim Acazias se tornou rei de Judá 2 aos vinte e dois anos de idade. Ele governou em Jerusalém um ano. 3 A mãe dele se chamava Atalia e era filha do rei Acabe e neta do rei Onri, de Israel. Ela dava maus conselhos a Acazias, e assim ele seguiu o péssimo exemplo da família de Acabe.

4 Como a família de Acabe havia feito, ele pecou contra Deus, o Senhor, porque, depois da morte do seu pai, outras pessoas da família de Acabe foram os seus conselheiros.
5 Seguindo os conselhos que eles davam, Acazias se juntou com o rei de Israel, Jorão, filho de Acabe, e foi até Ramote-Gileade para lutar contra o rei Hazael, da Síria. Jorão foi ferido na batalha

6 e voltou para a cidade de Jezreel a fim de tratar os seus ferimentos. E Acazias foi até lá visitá-lo.
7 Deus havia decidido que Acazias iria morrer nessa visita a Jorão. Logo que chegou, Acazias foi com Jorão encontrar-se com Jeú, filho de Ninsi, a quem o Senhor Deus havia escolhido para acabar com a família de Acabe. 8 Jeú estava executando a condenação divina contra a família de Acabe quando encontrou alguns chefes de Judá e alguns sobrinhos do rei Acazias, que estavam ao serviço do rei; e Jeú os matou.

9 Depois ele mandou procurar Acazias, que foi encontrado na cidade de Samaria, onde estava se escondendo. Entregaram Acazias a Jeú e o mataram. Mas eles o sepultaram porque era neto do rei Josafá, que havia se esforçado para servir com todo o coração a Deus, o Senhor. E agora não havia nenhuma outra pessoa da família de Acazias que pudesse ser rei.



O reinado de Atalia, de Judá

2º Reis 11:1-3


10 Assim que Atalia, a mãe do rei Acazias, soube da morte do filho, deu ordem para que todas as pessoas da família real fossem mortas. 11 Somente Joás, filho de Acazias, escapou. Ele ia ser morto com os outros, mas foi salvo por sua tia Jeoseba, que era filha do rei Jeorão, meia-irmã de Acazias e mulher do sacerdote Joiada. Ela levou Joás e a sua babá para um quarto do Templo e o escondeu de Atalia. Assim ele não foi morto. 12 Durante seis anos, Joás ficou ali escondido com as pessoas que o protegiam. Enquanto isso, Atalia governava o país.



2º Crônicas 23

A revolta contra Atalia

2º Reis 11:4-16


1 No sétimo ano, o sacerdote Joiada tomou coragem e mandou chamar cinco oficiais do exército: Azarias, filho de Jeorão; Ismael, filho de Jeoanã; Azarias, filho de Obede; Maaseias, filho de Adaías; e Elisafate, filho de Zicri. Joiada conseguiu convencê-los a ajudá-lo. 2 Então eles foram por todo o país e voltaram trazendo para Jerusalém os levitas e os chefes de famílias de todas as cidades de Judá.

3 Todos se reuniram no Templo e fizeram um acordo com Joás, o filho do rei. E Joiada lhes disse:
— Aqui está o filho do rei! É ele quem deve ser rei, de acordo com a promessa que o Senhor Deus fez a respeito dos descendentes de Davi. 4 Vocês vão fazer o seguinte: uma terça parte de vocês levitas e sacerdotes que estão de serviço no sábado guardará os portões do Templo; 5 a outra terça parte ficará de guarda no palácio, e a outra terça parte ficará no Portão do Alicerce. O povo se reunirá nos pátios do Templo. 6 Ninguém deverá entrar no Lugar Santo, a não ser os sacerdotes e os levitas que estiverem de serviço. Eles poderão entrar porque foram consagrados; todos os outros devem ficar do lado de fora, como o Senhor Deus manda.

7 Os levitas, com as armas na mão, ficarão em volta do rei Joás e irão com ele a qualquer lugar aonde ele for. Qualquer pessoa que entrar no Lugar Santo será morta.
 

8 Os levitas e o povo fizeram tudo o que Joiada ordenou. Cada oficial reuniu os seus homens, tanto os que entravam de serviço no sábado como os que saíam; pois Joiada não deixou que fossem embora os que estavam saindo do serviço. 9 Ele entregou aos oficiais as lanças e os escudos que tinham sido do rei Davi e que haviam ficado guardados no Templo. 10 Em seguida, pôs por toda a frente do Templo os soldados armados com espadas para protegerem o rei.

11 Então levaram Joás para fora, colocaram a coroa na cabeça dele e lhe entregaram uma cópia do Testemunho. Assim ele se tornou rei. Joiada e os seus filhos o ungiram, e todos gritaram:
— Viva o rei!
 

12 A rainha Atalia ouviu os gritos do povo, que corria e dava vivas ao rei, e foi até o Templo, onde todos estavam reunidos.

13 Ela viu o novo rei perto da coluna, na entrada do Templo. Ele estava rodeado pelos oficiais e pelos corneteiros, e todo o povo estava gritando de alegria e tocando trombetas. Os cantores do Templo, com os seus instrumentos musicais, estavam dirigindo os cânticos de louvor. Em sinal de desespero, Atalia rasgou as suas roupas e gritou:
— Traição! Traição!

14 Joiada não queria que Atalia fosse morta na área do Templo e por isso deu aos oficiais do exército a seguinte ordem:
— Levem a rainha para fora, passando pelo meio das filas de guardas, e matem qualquer pessoa que tentar salvá-la.

15 Então eles a prenderam e levaram para o palácio. E ali, no Portão dos Cavalos, ela foi morta.

 


 



As reformas de Joiada


2º Reis 11:17-20

16 O sacerdote Joiada fez um acordo com todo o povo e com o rei Joás, pelo qual eles seriam o povo de Deus, o Senhor. 17 Então o povo foi até o templo do deus Baal e o derrubou. Eles quebraram os altares e os ídolos e ali, em frente dos altares, pegaram Matã, o sacerdote de Baal, e o mataram. 18 Joiada pôs os sacerdotes e os levitas para tomarem conta do serviço do Templo. O rei Davi os tinha organizado em grupos para apresentarem os sacrifícios a Deus, segundo está escrito na Lei de Moisés, e para cantarem e louvarem de acordo com as instruções de Davi.

19 Joiada pôs guardas nos portões do Templo para impedirem que qualquer pessoa impura entrasse na área do Templo.
20 Aí Joiada, os oficiais, as altas autoridades, os governadores e todo o povo levaram o rei do Templo para o palácio. Entraram pelo portão principal, e o rei se sentou no trono. 21 Todos estavam felizes, e a cidade ficou calma, pois Atalia tinha sido morta.



2º Crônicas 24

O reinado de Joás, de Judá

2º Reis 12:1-16


1 Joás tinha sete anos de idade quando se tornou rei de Judá. Ele governou quarenta anos em Jerusalém. 2 A sua mãe se chamava Zíbia e era da cidade de Berseba. Enquanto o sacerdote Joiada vivia, Joás fez o que agrada a Deus, o Senhor.

3 Joiada arranjou para Joás duas esposas, que lhe deram filhos e filhas.
4 Algum tempo depois, Joás decidiu fazer consertos no Templo.

5 Mandou chamar os sacerdotes e os levitas e lhes disse:
— Vão pelas cidades de Judá e recebam o dinheiro que o povo deve dar para o pagamento dos consertos que são feitos todos os anos no Templo. E façam isso logo!
Mas eles não se apressaram.

6 Então o rei mandou chamar o Grande Sacerdote Joiada e perguntou:
— Por que você não exigiu que os levitas trouxessem de Judá e de Jerusalém o imposto que Moisés, servo do Senhor, mandou cobrar do povo para pagar as despesas da Tenda da Presença de Deus?

7 (Atalia, aquela mulher má, e os seus seguidores haviam estragado o Templo e tinham usado os objetos sagrados do Templo na adoração do deus Baal.)
8 O rei mandou fazer um cofre, que foi colocado perto do portão do Templo, do lado de fora. 9 Então anunciaram pela cidade de Jerusalém e pelo país inteiro que o povo devia trazer a Deus, o Senhor, o imposto que Moisés, servo de Deus, havia mandado cobrar quando eles estavam no deserto. 10 Os chefes e todo o povo vieram alegres e puseram o dinheiro no cofre, até que ficou cheio.

11 Todos os dias os levitas levavam o cofre aos funcionários do rei, e, quando estes viam que estava cheio, o secretário do rei e o representante do Grande Sacerdote vinham, tiravam o dinheiro e levavam o cofre de volta para o Templo. Assim ajuntaram muito dinheiro.
12 O rei e Joiada entregavam o dinheiro aos homens que estavam encarregados do trabalho do Templo, e estes contratavam pedreiros, carpinteiros e pessoas que trabalhavam com ferro e bronze, para fazer os consertos no Templo. 13 Todos puseram mãos à obra e trabalharam tão bem, que o Templo acabou ficando como era quando tinha sido construído; ficou até mais forte do que antes.

14 Quando terminaram o trabalho, levaram ao rei e a Joiada o ouro e a prata que haviam sobrado. Eles usaram esse ouro e essa prata para fazer os objetos usados para o culto no Templo e para os sacrifícios e também para fazer vasilhas e outros objetos. Enquanto Joiada viveu, os sacrifícios foram oferecidos no Templo todos os dias.
15 Joiada viveu muito, até ficar bem velho. Ele morreu aos cento e trinta anos de idade

16 e foi sepultado junto com os reis na Cidade de Davi, por causa do bom serviço que havia prestado ao povo de Israel, a Deus e ao Templo.




O pecado e o castigo de Joás

17 Depois da morte de Joiada, as altas autoridades de Judá foram falar com o rei e se ajoelharam em frente dele em sinal de respeito. E o rei concordou com o que eles disseram. 18 Aí o povo parou de ir ao Templo para adorar o Senhor, o Deus dos seus antepassados, e começou a adorar os postes da deusa Aserá e outros ídolos. Por causa desse pecado, o Senhor Deus ficou irado com o povo de Judá e com os moradores de Jerusalém.

19 Mas o Senhor mandou profetas a fim de avisarem o povo que voltasse para ele; porém o povo não deu atenção a eles.

20 Aí o Espírito de Deus veio sobre Zacarias, filho do sacerdote Joiada. Então ele ficou de pé num lugar alto e disse ao povo:
— Esta é a mensagem de Deus: “Por que desobedecem aos mandamentos de Deus, o Senhor, fazendo assim com que a desgraça caia sobre vocês? Vocês abandonaram o Senhor, e por isso ele também os abandonará.”
21 Algumas pessoas fizeram planos para matar Zacarias; e, obedecendo à ordem do rei, o mataram a pedradas no pátio do Templo.

22 O rei nem pensou no serviço fiel que lhe havia prestado Joiada, o pai de Zacarias; matou o filho dele. Zacarias, ao morrer, disse:
— Que o Senhor Deus veja isto e acerte as contas!
23 Durante a primavera daquele ano, o exército sírio invadiu a terra de Judá e atacou a cidade de Jerusalém; mataram as altas autoridades do país e mandaram para o rei da Síria, em Damasco, tudo o que levaram do país.

24 O exército sírio era pequeno, mas o Senhor Deus deixou que eles derrotassem o exército dos judeus, que era muito maior, pois os judeus haviam abandonado o Senhor, o Deus dos seus antepassados. Assim o rei Joás recebeu o castigo que merecia.
25 Joás havia sido gravemente ferido. Depois que os sírios foram embora, dois oficiais de Joás fizeram uma revolta contra ele e o mataram enquanto ainda estava de cama. Eles fizeram isso para se vingar da morte do filho do sacerdote Joiada. Joás foi sepultado na Cidade de Davi, mas não nos túmulos dos reis. 26 Dois homens planejaram a morte dele: Zabade, filho de Simeate, uma mulher da terra de Amom, e Jeozabate, filho de Sinrite, uma mulher da terra de Moabe. 27 No Comentário sobre o Livro dos Reis, estão escritas as histórias dos filhos de Joás, as muitas profecias que foram feitas contra ele e a história da reconstrução do Templo. Amazias, filho de Joás, ficou no lugar dele como rei.



2º Crônicas 25

O reinado de Amazias, de Judá

2º Reis 14:1-6


1 Amazias tinha vinte e cinco anos de idade quando se tornou rei de Judá. Ele governou vinte e nove anos em Jerusalém. A mãe dele se chamava Jeoadã e era da cidade de Jerusalém. 2 Amazias fez o que é agradável a Deus, o Senhor, mas não foi sincero. 3 Logo que se firmou no poder, ele mandou matar os oficiais que haviam assassinado o seu pai, o rei.

4 No entanto, não mandou matar os filhos deles, mas seguiu o que o Senhor havia ordenado na Lei de Moisés: “Os pais não serão mortos por causa de crimes cometidos pelos filhos, nem os filhos, por causa de crimes cometidos pelos pais; uma pessoa será morta somente como castigo pelo crime que ela mesma cometeu.”



Guerra contra os edomitas

2º Reis 14:7


5 Amazias mandou chamar todos os homens que tinham vinte anos de idade para cima das tribos de Judá e de Benjamim. Ele os organizou em grupos de mil e de cem, segundo as famílias a que pertenciam, e os pôs debaixo do comando de oficiais. Eram trezentos mil homens; todos eram soldados corajosos e experientes, armados com lanças e escudos.

6 Além destes, Amazias contratou cem mil soldados de Israel por uns três mil e quatrocentos quilos de prata.

7 Mas um profeta foi falar com Amazias e disse:
— Ó rei, não leve esses soldados, pois o Senhor Deus não está com esses homens do Reino do Norte.

8 Mas, se o senhor achar que com eles o seu exército ficará mais forte, então Deus fará com que o senhor seja vencido pelos inimigos, pois ele tem poder para dar a vitória ou a derrota.

9 Amazias perguntou:
— Mas o que vai acontecer com toda aquela prata que paguei para que os soldados de Israel lutassem do meu lado?
O profeta respondeu:
— O Senhor Deus pode lhe dar muito mais do que isso!

10 Então Amazias mandou os soldados do Reino do Norte de volta para casa. E eles foram embora, furiosos com o povo de Judá.
11 Amazias tomou coragem e foi com o seu exército até o vale do Sal, onde matou dez mil edomitas.

12 Outros dez mil foram presos pelos soldados de Amazias e levados até o alto de um rochedo; dali eles foram jogados e morreram esmigalhados lá em baixo.

13 Enquanto isso, os soldados israelitas que Amazias tinha mandado embora atacaram as cidades de Judá que ficavam entre Samaria e Bete-Horom; mataram três mil pessoas e levaram consigo muitas coisas.
14 Depois de ter derrotado os edomitas, Amazias voltou para Jerusalém, trazendo consigo os ídolos deles. Ele fez desses ídolos os seus próprios deuses, e os adorou, e queimou incenso a eles.

15 O Senhor Deus ficou irado com Amazias e enviou um profeta, que lhe disse o seguinte:
— Por que o senhor está adorando esses deuses estrangeiros que não puderam salvar o povo deles das mãos do senhor?

16 Mas o rei o interrompeu, dizendo:
— Desde quando eu coloquei você como meu conselheiro? Cale a boca! Se não, vou mandar matá-lo.
O profeta se calou, mas antes disse:
— Eu sei que Deus decidiu destruí-lo, pois o senhor fez tudo isso e não deu atenção ao meu conselho.



Guerra contra Israel

2º Reis 14:8-14


17 Depois de consultar os seus conselheiros, o rei Amazias mandou mensageiros ao rei de Israel, Jeoás, que era filho de Jeoacaz e neto de Jeú, desafiando-o para uma batalha.

18 Mas o rei Jeoás respondeu assim:
— Uma vez um espinheiro dos montes Líbanos mandou a seguinte mensagem para um cedro: “Dê a sua filha em casamento para o meu filho.” Mas um animal selvagem passou por ali e pisou em cima do espinheiro.

19 De fato, você, Amazias, venceu os edomitas e por isso está todo orgulhoso. Alegre-se com a sua fama e fique em casa. Para que arranjar um problema que trará somente a desgraça para você e para o seu povo?
20 Mas Amazias não quis atendê-lo, pois era da vontade de Deus que Amazias e o seu povo fossem presos pelos seus inimigos por terem adorado os deuses dos edomitas. 21 Então o rei Jeoás saiu com os seus soldados e lutou contra Amazias em Bete-Semes, na região de Judá. 22 O exército de Amazias foi derrotado, e todos os seus soldados fugiram para casa. 23 Jeoás prendeu Amazias em Bete-Semes e o levou para Jerusalém, onde derrubou as muralhas da cidade desde o Portão de Efraim até o Portão da Esquina, um trecho de mais ou menos duzentos metros.

24 Ele pegou toda a prata e todo o ouro que achou, pegou todos os objetos do Templo que estavam sendo guardados pelos descendentes de Obede-Edom e todos os tesouros do palácio e também levou reféns. E voltou para Samaria.



A morte do rei Amazias

2º Reis 14:17-20


25 O rei Amazias, de Judá, viveu quinze anos depois da morte do rei de Israel, Jeoás, filho de Jeoacaz. 26 Todas as outras coisas que Amazias fez, desde o começo até o fim do seu reinado, estão escritas na História dos Reis de Judá e de Israel. 27 Depois que Amazias se revoltou contra Deus, o Senhor, houve uma conspiração em Jerusalém para matá-lo, e por isso ele fugiu para a cidade de Laquis; mas os seus inimigos o seguiram até lá e o mataram. 28 O seu corpo foi levado de volta para Jerusalém num cavalo e foi sepultado nos túmulos dos reis, na Cidade de Davi.

terça-feira, 19 de junho de 2012

1º Reis 14 a 17 (dia 77)

I Reis 14

A morte do filho de Jeroboão

1 Nesse tempo, o filho do rei Jeroboão, que se chamava Abias, ficou doente.

2 Jeroboão disse à sua mulher:
— Ponha um disfarce para que ninguém possa reconhecer você e vá até Siló, onde mora Aías, o profeta que disse que eu seria rei deste povo. 3 Leve para ele dez pães, alguns bolos e um jarro de mel. Pergunte o que vai acontecer com o nosso filho, que ele lhe dirá.

4 Então ela foi até a casa de Aías, em Siló.

Aías tinha ficado cego por causa da velhice. 5 Mas Deus lhe disse que a mulher de Jeroboão vinha vindo perguntar sobre o filho dela, que estava doente. E Deus disse a Aías o que devia dizer a ela.

A mulher de Jeroboão chegou, fazendo de conta que era outra pessoa. 6 Porém, quando ela vinha entrando pela porta, Aías ouviu o barulho dos seus passos e disse:
— Entre, mulher de Jeroboão. Por que você está fingindo que é outra pessoa? Eu estou encarregado de lhe dar más notícias. 7 Vá dizer a Jeroboão que o Senhor, o Deus de Israel, manda dizer a ele o seguinte: “Eu escolhi você do meio do povo e o tornei governador do meu povo de Israel. 8 Eu tomei o reino dos descendentes de Davi e dei a você. Mas você não tem sido como o meu servo Davi, que foi fiel a mim em tudo, que obedeceu aos meus mandamentos e me seguiu com todo o coração, fazendo aquilo que eu aprovo. 9 Você tem pecado muito mais do que todos aqueles que foram reis antes de você. Você me rejeitou e me deixou irado por ter feito ídolos e imagens de metal para adorar. 10 Por causa disso, eu vou trazer desgraça para a sua família e vou matar todos os seus descendentes do sexo masculino, tanto os jovens como os velhos. Vou varrer a sua família como se varre esterco. 11 As pessoas da sua família que morrerem na cidade serão comidas pelos cachorros e as que morrerem no campo serão comidas pelos urubus. Eu, o Senhor, falei.”

12 E Aías ainda disse o seguinte à mulher de Jeroboão:
— Agora volte para casa. Assim que você entrar na cidade, o seu filho vai morrer. 13 Todo o povo de Israel vai chorar por ele e vai sepultá-lo. O seu filho vai ser a única pessoa da família de Jeroboão que será sepultada porque ele foi o único de quem o Senhor, o Deus de Israel, se agradou. 14 O Senhor vai pôr em Israel um rei que acabará com a família de Jeroboão. E já está acontecendo isso. 15 O Senhor vai castigar o povo de Israel, que vai tremer de medo como varas verdes. Deus vai arrancar o povo de Israel desta terra boa que ele deu aos seus antepassados e vai espalhá-lo para além do rio Eufrates porque eles o deixaram irado, fazendo postes da deusa Aserá para adorar. 16 Deus vai abandonar Israel porque Jeroboão pecou e fez com que o povo de Israel pecasse.

17 Aí a mulher de Jeroboão saiu e voltou para Tirza. Quando ela pôs os pés em casa, a criança morreu.

18 E todo o povo de Israel chorou pelo menino e o sepultou, conforme o Senhor Deus tinha dito por meio do seu servo, o profeta Aías.

 



A morte de Jeroboão

19 Todas as outras coisas que o rei Jeroboão fez, como guerreou e como governou, tudo isso está escrito na História dos Reis de Israel.

20 Jeroboão foi rei vinte e dois anos. Ele morreu e foi sepultado, e o seu filho Nadabe ficou no lugar dele como rei.

 



O reinado de Roboão, de Judá

(II Crônicas 11:5; 12:16)

21 Roboão, filho de Salomão, tinha quarenta e um anos de idade quando se tornou rei de Judá. Ele governou dezessete anos em Jerusalém, a cidade que o Senhor Deus havia escolhido entre todas as cidades da terra de Israel como o lugar onde devia ser adorado. A mãe de Roboão se chamava Naama e era do país de Amom.

22 O povo de Judá pecou contra o Senhor e deu mais motivos para ele ficar irado do que todos os seus antepassados haviam dado. 23 Eles construíram altares nos morros para a adoração de falsos deuses e, no alto dos morros e debaixo de árvores que dão sombra, levantaram colunas do deus Baal e postes da deusa Aserá para adorar.

24 E havia também homens e mulheres que serviam como prostitutos nesses lugares pagãos de adoração. O povo de Israel fez todas as coisas vergonhosas que faziam os povos que o Senhor Deus havia expulsado da terra, conforme os israelitas iam avançando para dentro do país.

25 No quinto ano do reinado de Roboão, Sisaque, rei do Egito, atacou Jerusalém. 26 Sisaque levou embora todos os tesouros do Templo e do palácio e também os escudos de ouro que Salomão havia feito. 27 Para colocar no lugar deles, o rei Roboão fez escudos de bronze e os entregou aos oficiais encarregados de guardar os portões do palácio.

28 Sempre que o rei ia ao Templo, os guardas usavam os escudos e depois os levavam de volta para a sala dos guardas.

29 Todas as outras coisas que o rei Roboão fez estão escritas na História dos Reis de Judá.

30 Durante todo esse tempo, Roboão e Jeroboão estiveram em guerra um contra o outro. 31 Roboão morreu e foi sepultado nos túmulos dos reis, na Cidade de Davi, e o seu filho Abias ficou no lugar dele como rei. (A mãe de Roboão se chamava Naama e era do país de Amom.)

 



I Reis 15

O reinado de Abias, de Judá

(II Crônicas 13:1; 14:1)

1 No ano dezoito do reinado de Jeroboão, filho de Nebate, em Israel, Abias se tornou rei de Judá. 2 Ele governou três anos em Jerusalém. A mãe dele se chamava Maacá e era filha de Absalão.

3 Abias cometeu os mesmos pecados que o seu pai havia cometido e não foi fiel em tudo ao Senhor, seu Deus, como o seu bisavô Davi tinha sido. 4 Mas, por causa de Davi, o Senhor, seu Deus, deu a Abias um filho para governar em Jerusalém depois dele e para conservar Jerusalém em segurança. 5 O Senhor fez isso porque Davi tinha feito o que lhe agradava e nunca havia desobedecido a nenhum dos seus mandamentos, a não ser no caso de Urias, o heteu.

6 Abias e Jeroboão estiveram sempre em guerra um contra o outro durante o reinado de Abias.

7 Todas as outras coisas que Abias fez estão escritas na História dos Reis de Judá.

8 Abias morreu e foi sepultado na Cidade de Davi, e o seu filho Asa ficou no lugar dele como rei.

 



O reinado de Asa, de Judá

(II Crônicas 14:1; 16:14)

9 No ano vinte do reinado de Jeroboão em Israel, Asa se tornou rei de Judá 10 e governou quarenta e um anos em Jerusalém. A sua mãe [OUTRAS TRADUÇÕES FALAM EM "AVÓ" E "RAINHA-MÃE"] se chamava Maacá e era filha de Absalão.

11 Asa fez o que agradava ao Senhor Deus, como havia feito o seu antepassado Davi. 12 Asa expulsou do país todos os que praticavam a prostituição como parte dos cultos pagãos e retirou todos os ídolos feitos por aqueles que haviam sido reis antes dele. 13 Ele tirou a sua mãe [OUTRAS TRADUÇÕES FALAM EM AVÓ] Maacá da posição de rainha-mãe porque ela havia mandado fazer uma figura nojenta para servir como poste da deusa Aserá. Asa derrubou esse poste e o queimou no vale do Cedrom. 14 Ele não destruiu todos os lugares pagãos de adoração, porém foi fiel ao Senhor Deus durante toda a sua vida.

15 Asa colocou no Templo todos os objetos que o seu pai havia separado para Deus e também os objetos de prata e de ouro que ele mesmo havia separado.

16 O rei Asa, de Judá, e o rei Baasa, de Israel, estiveram sempre em guerra um contra o outro durante todo o tempo em que ficaram no poder. 17 Baasa invadiu Judá e começou a cercar de muralhas a cidade de Ramá, para assim controlar o movimento na estrada que ia até Jerusalém. 18 Por isso, o rei Asa pegou toda a prata e todo o ouro que haviam ficado no Templo e no palácio e entregou a alguns dos seus servidores, a fim de que levassem para Damasco e entregassem ao rei Ben-Hadade, que era filho de Tabrimom e neto de Heziom. Junto foi a seguinte mensagem:

19 “Vamos ser aliados como eram os nossos pais. Esta prata e este ouro são um presente para você. Retire agora o apoio que você está dando a Baasa, rei de Israel, para que assim ele tenha de tirar os seus soldados do meu território.”

20 O rei Ben-Hadade concordou com a proposta de Asa e mandou que os seus comandantes e os seus exércitos atacassem as cidades de Israel. Eles conquistaram as cidades de Ijom, Dã e Abel-Bete-Maacá, a região que fica perto do lago da Galileia, e todo o território de Naftali.

21 Quando o rei Baasa soube do que havia acontecido, parou de construir as muralhas de Ramá e voltou para Tirza.

22 O rei Asa mandou avisar em toda a região de Judá que todos, sem faltar ninguém, deviam ir ajudar a carregar para fora de Ramá as pedras e a madeira que Baasa havia estado usando para construir as muralhas em volta da cidade. Com esse material, Asa cercou de muralhas a cidade de Mispa e também a cidade de Geba, que ficava no território da tribo de Benjamim.

23 Todas as outras coisas que o rei Asa fez, os seus atos de coragem e as cidades que ele cercou de muralhas, tudo isso está escrito na História dos Reis de Judá. Na sua velhice ele foi atacado por uma doença nos pés.

24 Asa morreu e foi sepultado nos túmulos dos reis, na Cidade de Davi. O seu filho Josafá ficou como rei no lugar dele.

 



O reinado de Nadabe, de Israel

25 No segundo ano do reinado de Asa em Judá, Nadabe, filho do rei Jeroboão, se tornou rei de Israel. Ele foi rei dois anos.

26 Como havia feito o seu pai antes dele, Nadabe pecou contra Deus e fez com que o povo de Israel também pecasse.

27 Baasa, filho de Aías, da tribo de Issacar, fez uma conspiração contra Nadabe e o matou no país dos filisteus, em Gibetom, a cidade que Nadabe e o seu exército estavam cercando. 28 Isso aconteceu no terceiro ano do governo do rei Asa em Judá. E assim Baasa ficou no lugar de Nadabe como rei de Israel.

29 Logo que começou a reinar, ele matou as pessoas da família de Jeroboão. E, de acordo com o que o Senhor Deus tinha dito por meio do seu servo, o profeta Aías, de Siló, toda a família de Jeroboão foi morta; não escapou ninguém.

30 Isso aconteceu porque Jeroboão havia feito com que o Senhor, o Deus de Israel, ficasse irado com os pecados que ele cometeu e que fez o povo de Israel cometer.

31 Todas as outras coisas que Nadabe fez estão escritas na História dos Reis de Israel.

32 O rei Asa, de Judá, e o rei Baasa, de Israel, estiveram em guerra um contra o outro durante todo o tempo em que ficaram no poder.

 



O reinado de Baasa, de Israel

33 No terceiro ano do reinado de Asa em Judá, Baasa, filho de Aías, se tornou rei de todo o povo de Israel e governou vinte e quatro anos em Tirza.

34 Como o rei Jeroboão havia feito antes dele, Baasa pecou contra o Senhor Deus e fez com que o povo de Israel também pecasse.

 



I Reis 16

1 O Senhor Deus falou com o profeta Jeú, filho de Hanani, e lhe deu esta mensagem a respeito de Baasa: 2 “Você não era ninguém, mas eu fiz com que você se tornasse o chefe do meu povo de Israel. E agora você pecou como Jeroboão e fez o meu povo pecar. Os pecados deles me fizeram ficar irado, 3 e por isso vou acabar com você e com a sua família, como fiz com Jeroboão. 4 As pessoas da sua família que morrerem na cidade serão comidas pelos cachorros, e aquelas que morrerem nos campos serão comidas pelos urubus.”

5 Todas as outras coisas que Baasa fez e todos os seus atos de coragem estão escritos na História dos Reis de Israel.

6 Baasa morreu e foi sepultado em Tirza, e o seu filho Elá ficou como rei no lugar dele.

7 O profeta Jeú deu aquela mensagem do Senhor Deus a respeito de Baasa e da sua família por causa dos pecados que Baasa havia cometido contra o Senhor. Ele fez com que o Senhor ficasse irado não somente por causa do mal que praticou, como o rei Jeroboão havia feito antes dele, mas também porque ele matou toda a família de Jeroboão.

 



O reinado de Elá, de Israel

8 No ano vinte e seis do reinado de Asa em Judá, Elá, filho de Baasa, se tornou rei de Israel e governou dois anos em Tirza.

9 Zinri, um dos seus oficiais, que comandava a metade dos seus carros de guerra, fez uma conspiração contra ele.

Certo dia em Tirza, Elá estava se embebedando na casa de Arsa, que era o administrador do palácio. 10 Zinri entrou na casa, matou Elá e ficou no lugar dele como rei. Isso aconteceu no ano vinte e sete do reinado de Asa em Judá.

11 Assim que Zinri se tornou rei, matou todas as pessoas da família de Baasa. Todos os seus parentes do sexo masculino e todos os seus amigos foram mortos. 12 E assim Zinri matou toda a família de Baasa, de acordo com aquilo que o Senhor, por meio do profeta Jeú, tinha dito a respeito de Baasa. 13 Por terem adorado ídolos e por terem feito com que o povo de Israel pecasse, Baasa e o seu filho Elá haviam feito o Senhor, o Deus de Israel, ficar irado.

14 Todas as outras coisas que Elá fez estão escritas na História dos Reis de Israel.

 



O reinado de Zinri, de Israel

15 No ano vinte e sete do reinado de Asa em Judá, Zinri foi rei de todo o povo de Israel, em Tirza, durante sete dias.

Os soldados israelitas estavam cercando a cidade de Gibetom, na terra dos filisteus. 16 Eles souberam que Zinri havia feito uma conspiração contra o rei e que o havia assassinado. Por isso, naquele mesmo dia ali no acampamento, eles escolheram Onri, o comandante do exército, como rei de Israel.

17 Onri e todos os seus soldados saíram de Gibetom e foram cercar a cidade de Tirza. 18 Quando Zinri viu que a cidade havia sido conquistada, foi para a fortaleza interna do palácio, pôs fogo no palácio e morreu queimado.

19 Isso aconteceu por causa dos seus pecados contra Deus, o Senhor. Ele seguiu o exemplo de Jeroboão, que havia sido rei antes dele; Zinri desagradou ao Senhor por causa dos seus pecados e por ter feito o povo de Israel pecar.

20 Todas as outras coisas que Zinri fez e também a sua conspiração estão escritas na História dos Reis de Israel.

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O reinado de Onri, de Israel

21 O povo de Israel estava dividido em dois partidos. A metade deles queria fazer de Tibni, filho de Ginate, o seu rei, e os outros estavam do lado de Onri. 22 Mas aqueles que estavam a favor de Onri ganharam; Tibni morreu, e Onri se tornou rei.

23 No ano trinta e um do reinado de Asa em Judá, Onri se tornou rei de Israel e governou doze anos. Nos seis primeiros anos ele governou em Tirza. 24 Então comprou o monte de Samaria de um homem chamado Semer por mais ou menos setenta quilos de prata. Onri fez defesas militares no monte, construiu ali uma cidade e a chamou de Samaria, por causa do nome de Semer, que havia sido o primeiro dono do monte.

25 Onri pecou contra o Senhor Deus mais do que todos aqueles que haviam sido reis antes dele. 26 Como Jeroboão havia feito antes dele, Onri fez com que o Senhor, o Deus de Israel, ficasse irado por causa dos seus pecados e por fazer o povo de Israel adorar ídolos. 27 Todas as outras coisas que Onri fez e todas as suas realizações estão escritas na História dos Reis de Israel.

28 Onri morreu e foi sepultado em Samaria, e o seu filho Acabe ficou como rei no lugar dele.

 



O reinado de Acabe, de Israel

29 No ano trinta e oito do reinado de Asa em Judá, Acabe, filho de Onri, se tornou rei de Israel e governou vinte e dois anos em Samaria. 30 Ele pecou contra o Senhor Deus mais do que qualquer um dos que haviam sido reis antes dele.

31 Não se contentando em pecar como o rei Jeroboão, Acabe fez pior e casou com Jezabel, filha de Etbaal, rei de Sidom, e adorou o deus Baal.

32 Acabe construiu um templo para Baal em Samaria, fez para ele um altar e o colocou no templo.

33 Levantou também um poste da deusa Aserá e assim fez mais coisas para deixar o Senhor Deus irado do que todos os reis de Israel haviam feito antes dele.

34 Durante o reinado de Acabe, Hiel, que era de Betel, reconstruiu a cidade de Jericó. E, como o Senhor tinha dito por meio de Josué [VER JOSUÉ 6:26], filho de Num, Hiel perdeu Abirão, o seu filho mais velho, quando colocou os alicerces de Jericó, e perdeu Segube, o seu filho mais novo, quando colocou os portões.

 



I Reis 17

Elias e a seca


1 Um profeta chamado Elias, de Tisbé, na região de Gileade, disse ao rei Acabe:
— Em nome do Senhor, o Deus vivo de Israel, de quem sou servo, digo ao senhor que não vai cair orvalho nem chuva durante os próximos anos, até que eu diga para cair orvalho e chuva de novo.

2 Então o Senhor Deus disse a Elias:
3 — Saia daqui, vá para o leste e esconda-se perto do riacho de Querite, a leste do rio Jordão. 4 Você terá água do riacho para beber; e eu mandei que os corvos levem comida para você ali.

5 Elias obedeceu à ordem do Senhor e foi e ficou morando perto do riacho de Querite. 6 Ele bebia água do riacho, e os corvos vinham trazer pão e carne todas as manhãs e todas as tardes.

7 Mas algum tempo depois o riacho secou por falta de chuva.

 



Elias e a viúva de Sarepta

8 Então o Senhor Deus disse a Elias:

9 — Apronte-se e vá até a cidade de Sarepta, perto de Sidom, e fique lá. Eu mandei que uma viúva que mora ali dê comida para você.

10 Então Elias foi para Sarepta. Quando estava chegando ao portão da cidade, ele encontrou a viúva, que estava catando lenha.

Elias disse a ela:
— Por favor, me dê um pouco de água para eu beber.

11 Quando ela ia indo buscar a água, ele a chamou e disse:
— E traga pão também, por favor.

12 Porém ela respondeu:
— Juro pelo seu Deus vivo, o Senhor, que não tenho mais pão. Só tenho um punhado de farinha de trigo numa tigela e um pouco de azeite num jarro. Estou aqui catando uns dois pedaços de pau para cozinhar alguma coisa para mim e para o meu filho. Vamos comer e depois morreremos de fome.

13 — Não se preocupe! — disse Elias. — Vá preparar a sua comida. Mas primeiro faça um pãozinho com a farinha que você tem e traga-o para mim. Depois prepare o resto para você e para o seu filho. 14 Pois o Senhor, o Deus de Israel, diz isto: “Não acabará a farinha da sua tigela, nem faltará azeite no seu jarro até o dia em que eu, o Senhor, fizer cair chuva.”

15 Então a viúva foi e fez como Elias tinha dito. E todos eles tiveram comida para muitos dias. 16 Como o Senhor havia prometido por meio de Elias, não faltou farinha na tigela nem azeite no jarro.





17 Algum tempo depois, o filho da viúva ficou doente. Ele foi ficando cada vez pior e acabou morrendo.

18 Então ela disse a Elias:
— Homem de Deus, o que o senhor tem contra mim? Será que o senhor veio aqui para fazer com que Deus lembrasse dos meus pecados e assim provocar a morte do meu filho?

19 — Dê-me o seu filho! — disse Elias.

Então pegou o menino dos braços da mãe e o levou para o andar de cima, para o quarto onde estava morando, e o colocou na sua cama.

20 Então orou em voz alta, assim:
— Ó Senhor, meu Deus, por que fizeste esta coisa tão terrível para esta viúva? Ela me hospedou, e agora tu mataste o filho dela!

21 Aí Elias se deitou em cima do menino três vezes e orou deste modo:
— Ó Senhor, meu Deus, faze com que esta criança viva de novo!

22 E o Senhor Deus respondeu à oração de Elias. O menino começou a respirar outra vez e tornou a viver.

23 Elias pegou o menino, e o levou para baixo, para a sua mãe, e disse:
— Veja! O seu filho está vivo!

 



24 Então ela disse a Elias:
— Agora eu sei que o senhor é um homem de Deus e que Deus realmente fala por meio do senhor!