Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH)

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Esdras 2 a 5 (dia 102)

Esdras 2

Os que voltaram da Babilônia

Neemias 7:4-73

1 Entre os israelitas que o rei Nabucodonosor, da Babilônia, tinha levado como prisioneiros, havia muitos que eram da província de Judá. Estes voltaram para Jerusalém e Judá, cada um para a sua própria cidade.

2 Os seus líderes eram Zorobabel, Josué, Neemias, Seraías, Reelaías, Mordecai, Bilsã, Mispar, Bigvai, Reum e Baaná.
Esta é a lista dos grupos de famílias do povo de Israel que voltaram da Babilônia, sendo indicados o nome do chefe e o número de pessoas de cada grupo:

3-20 Parós: dois mil cento e setenta e dois;
Sefatias: trezentos e setenta e dois;
Ará: setecentos e setenta e cinco;
Paate-Moabe, isto é, os descendentes de Jesua e de Moabe: dois mil oitocentos e doze;
Elão: mil duzentos e cinquenta e quatro;
Zatu: novecentos e quarenta e cinco;
Zacai: setecentos e sessenta;
Bani: seiscentos e quarenta e dois;
Bebai: seiscentos e vinte e três;
Azgade: mil duzentos e vinte e dois;
Adonicã: seiscentos e sessenta e seis;
Bigvai: dois mil e cinquenta e seis;
Adim: quatrocentos e cinquenta e quatro;
Ater, também chamado de Ezequias: noventa e oito;
Besai: trezentos e vinte e três;
Jora: cento e doze;
Hasum: duzentos e vinte e três;
Gibar: noventa e cinco.

21-35 Também voltaram as pessoas cujos antepassados haviam morado nas seguintes cidades:
Belém: cento e vinte e três;
Netofa: cinquenta e seis;
Anatote: cento e vinte e oito;
Azmavete: quarenta e duas;
Quiriate-Arim, Cefira e Beerote: setecentas e quarenta e três;
Ramá e Geba: seiscentas e vinte e uma;
Micmás: cento e vinte e duas;
Betel e Ai: duzentas e vinte e três;
Nebo: cinquenta e duas;
Magbis: cento e cinquenta e seis;
A outra Elão: mil duzentas e cinquenta e quatro;
Harim: trezentas e vinte;
Lode, Hadide e Ono: setecentas e vinte e cinco;
Jericó: trezentas e quarenta e cinco;
Senaá: três mil seiscentas e trinta.

36-39 Esta é a lista dos grupos de famílias de sacerdotes que voltaram do cativeiro, sendo indicados o nome do chefe e o número de pessoas de cada grupo:
Jedaías, descendente de Jesua: novecentos e setenta e três;
Imer: mil e cinquenta e dois;
Pasur: mil duzentos e quarenta e sete;
Harim: mil e dezessete.

40-42 Esta é a lista dos grupos de famílias de levitas que voltaram do cativeiro:
Levitas descendentes de Jesua e Cadmiel, que eram descendentes de Hodavias: setenta e quatro.
Músicos descendentes de Asafe: cento e vinte e oito.
Porteiros descendentes de Salum, de Ater, de Talmom, de Acube, de Hatita e de Sobai: ao todo, cento e trinta e nove.

43-54 Esta é a lista dos grupos de famílias de servidores do Templo que voltaram do cativeiro, sendo indicado o nome do chefe de cada grupo:
Zia, Hasufa, Tabaote, Queros, Sia, Padom, Lebana, Hagaba, Acube, Hagabe, Salmai, Hanã, Gidel, Gaar, Reaías, Rezim, Necoda, Gazã, Uzá, Paseia, Besai, Asnate, Meunim, Nefisim, Baquebuque, Hacufa, Harur, Baslute, Meída, Harsa, Barcôs, Sísera, Temá, Nesias e Hatifa.

55-57 Esta é a lista dos grupos de famílias de servidores de Salomão que voltaram do cativeiro, sendo indicado o nome do chefe de cada grupo:
Sotai, Soferete, Peruda, Jaala, Darcom, Gidel, Sefatias, Hatil, Poquerete-Hazebaim e Ami.

58 O total dos trabalhadores do Templo e dos descendentes dos servidores de Salomão era de trezentos e noventa e dois.

59-60 Havia seiscentos e cinquenta e dois que eram dos grupos de famílias de Delaías, Tobias e Necoda que voltaram das cidades de Tel-Melá, Tel-Harsa, Querube, Adã e Imer. Mas eles não puderam provar que eram israelitas por raça ou por parentesco.
61 Os grupos de famílias dos sacerdotes Habaías, Coz e Barzilai não puderam encontrar registros que provassem de quem eram descendentes. (O antepassado do grupo de famílias de Barzilai tinha casado com uma das filhas de Barzilai, o gileadita, e ficou com o nome do seu sogro.) 62 Eles não foram aceitos como sacerdotes porque não puderam provar quem eram os seus antepassados.

63 O governador mandou que não comessem dos alimentos sagrados até que aparecesse um sacerdote que pudesse decidir a questão, usando o Urim e o Tumim.

64-67 Total dos israelitas que voltaram: quarenta e dois mil trezentos e sessenta;
Os seus escravos e escravas: sete mil trezentos e trinta e sete.
Cantores e cantoras: duzentos.
Cavalos: setecentos e trinta e seis;
Mulas: duzentas e quarenta e cinco;
Camelos: quatrocentos e trinta e cinco;
Jumentos: seis mil setecentos e vinte.
68 Quando chegaram ao Templo do Senhor, em Jerusalém, alguns chefes dos grupos de famílias entregaram ofertas para tornar a construir o Templo de Deus no mesmo lugar.

69 Deram para o fundo de construção, de acordo com o que podiam, quinhentos e catorze quilos de ouro, dois mil e oitocentos quilos de prata e cem mantos sacerdotais.
70 Os sacerdotes, os levitas e algumas pessoas do povo ficaram morando em Jerusalém ou ali perto. Os músicos, os serventes e os porteiros do Templo e os outros israelitas ficaram nas cidades onde os seus antepassados tinham vivido.



Esdras 3


O altar e os sacrifícios

1 Quando chegou o sétimo mês e os israelitas já estavam morando nas suas cidades, todo o povo se reuniu em Jerusalém. 2 Então o sacerdote Josué, filho de Jozadaque, e os seus companheiros, os outros sacerdotes, e também Zorobabel, filho de Salatiel, e os seus parentes construíram o altar do Deus de Israel, para oferecer sobre ele os sacrifícios que manda a Lei de Moisés, homem de Deus. 3 Mesmo tendo medo da gente daquela região, eles construíram de novo o altar no lugar em que ele estava antes. Então começaram a oferecer sacrifícios sobre ele todas as manhãs e todas as tardes. 4 Além disso, comemoraram a Festa das Barracas de acordo com a Lei de Moisés, oferecendo cada dia os sacrifícios ordenados para aquele dia. 5 Trouxeram também os sacrifícios que deviam ser completamente queimados diariamente e os que deviam ser apresentados na Festa da Lua Nova e nas outras festas sagradas. E ofereceram também aquilo que traziam por vontade própria.

6 O povo começou a oferecer sacrifícios ao Senhor desde o dia primeiro do sétimo mês, antes mesmo que o Templo do Senhor começasse a ser construído de novo.



Começa a reconstrução do Templo

7 O povo deu dinheiro para pagar os pedreiros e carpinteiros; e deu comida, bebida e azeite para serem mandados às cidades de Tiro e Sidom. Essas coisas foram trocadas por madeira de cedro, que foi trazida por mar do Líbano até o porto de Jope. Tudo isso foi feito com a permissão de Ciro, rei da Pérsia.
8 E assim, no ano seguinte ao da sua volta, no segundo mês, os israelitas começaram a construir de novo o Templo de Deus, que fica em Jerusalém. Zorobabel, filho de Salatiel, e Josué, filho de Jozadaque, junto com os seus parentes, os sacerdotes e os levitas e todos os israelitas que haviam voltado para Jerusalém, pegaram firme no trabalho. Todos os levitas maiores de vinte anos foram encarregados de dirigir as obras.

9 Josué e os seus filhos e irmãos formaram um grupo junto com Cadmiel e os seus filhos, que eram descendentes de Hodavias. Esse grupo dirigia os que trabalhavam na construção e era ajudado pelos levitas do grupo de famílias de Henadade.
10 Quando os construtores colocaram os alicerces do Templo, os sacerdotes ficaram de pé, vestidos com roupas especiais para aquela ocasião e com trombetas nas mãos. Os levitas descendentes de Asafe carregavam pratos musicais para louvar a Deus, o Senhor, de acordo com o que Davi, rei de Israel, havia mandado.

11 Uns cantavam louvores e agradeciam ao Senhor, e os outros respondiam. Eles diziam:
“O Senhor é bom,
e o seu amor pelo povo de Israel dura para sempre!”
E todo o povo gritava bem alto e louvava o Senhor porque a construção do seu novo Templo já havia começado. 12 Muitos sacerdotes, levitas e chefes de famílias eram velhos e tinham visto o primeiro Templo. Eles choravam alto ao verem que os alicerces do novo Templo haviam sido colocados. Mas os outros que estavam ali gritavam de alegria. 13 E assim ninguém podia saber se o povo gritava de alegria ou se chorava, pois gritavam tão alto, que de longe se ouvia o barulho.



Esdras 4


Os inimigos fazem parar as obras

1 Os inimigos das tribos de Judá e Benjamim souberam que os que haviam voltado da Babilônia estavam construindo de novo o Templo do Senhor, o Deus de Israel.

2 Então foram falar com Zorobabel e com os chefes das famílias. Disseram o seguinte:
— Queremos construir o Templo junto com vocês. Nós adoramos o mesmo Deus que vocês e temos oferecido sacrifícios a ele desde o tempo de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos mandou morar aqui.

3 Porém Zorobabel, Josué e os outros chefes das famílias israelitas responderam:
— Não precisamos que vocês nos ajudem a construir um templo para o Senhor, nosso Deus. Nós vamos fazer isso sozinhos, como Ciro, rei da Pérsia, mandou.
4 Então a gente daquela região fez tudo para desanimar os israelitas e para pôr medo neles a fim de parar a construção.

5 Além disso, deram dinheiro a certos funcionários do governo para que estes atrapalhassem os planos dos israelitas. E os inimigos fizeram isso durante todo o tempo em que Ciro foi rei da Pérsia, até o reinado de Dario, rei da Pérsia.



Uma carta para o rei

6 No começo do reinado de Xerxes, os inimigos escreveram uma acusação contra os moradores de Judá e de Jerusalém.
7 Bislã, Mitredate, Tabeel e os seus companheiros escreveram uma carta a Artaxerxes, rei da Pérsia. A carta foi escrita em aramaico e traduzida para a língua persa.

8 Reum, que era o governador, e Sinsai, o escrivão, também escreveram uma carta ao rei Artaxerxes contra os moradores de Jerusalém. A carta dizia:
9 “Esta carta é enviada por Reum, o governador, e Sinsai, o escrivão, junto com os seus companheiros, os juízes e todos os outros funcionários, que são naturais de Ereque, da Babilônia e de Susã, na terra de Elão,

10 e junto com os outros povos que o grande e poderoso Assurbanipal tirou dos seus países e levou para morar na cidade de Samaria e no resto da província do Eufrates-Oeste.”

11 A carta continuava assim:
“Ao rei Artaxerxes, os seus servidores da província do Eufrates-Oeste escrevem o que segue:
12 “Ó rei, levamos ao seu conhecimento que os judeus que o senhor mandou para cá chegaram a Jerusalém e estão construindo de novo essa cidade rebelde e má. Já começaram a levantar as muralhas e logo vão acabar esse trabalho. 13 É bom que o rei também saiba que, se essa cidade for reconstruída, e se as suas muralhas forem levantadas de novo, essa gente não vai querer pagar nenhum imposto nem taxas, e por causa disso o rei terá muito prejuízo. 14 Como nós somos seus servidores, não queremos que o senhor fique prejudicado. Por isso, sugerimos 15 que o senhor mande fazer uma investigação nos arquivos dos seus antepassados. Se fizer isso, descobrirá que Jerusalém é uma cidade rebelde e que, desde os tempos antigos, ela tem dado trabalho aos reis e aos governadores das províncias. Em outros tempos, tem havido revoltas nela, e por isso ela foi destruída.

16 Portanto, ó rei, nós estamos certos de que, se essa cidade for construída de novo, e se as suas muralhas forem consertadas, o senhor não poderá mais controlar a província do Eufrates-Oeste.”



A resposta do rei

17 Então o rei Artaxerxes mandou a seguinte resposta:
“A Reum, o governador, a Sinsai, o escrivão, e aos seus companheiros que vivem em Samaria e no resto da província do Eufrates-Oeste: Saudações.
18 “A carta que vocês mandaram foi traduzida para a língua persa e lida para mim. 19 Então mandei que fizessem uma investigação, e descobriu-se que, desde os tempos antigos, Jerusalém tem se revoltado contra a autoridade do rei e que ela sempre esteve cheia de rebeldes e de criadores de casos. 20 Reis poderosos reinaram ali e governaram toda a província do Eufrates-Oeste, e o povo lhes pagava impostos e taxas. 21 Portanto, deem ordens para que parem as obras. Essa cidade não será construída de novo enquanto eu não mandar.

22 Cumpram essa ordem com todo o cuidado para evitar que eu tenha mais prejuízos.”

23 A carta do rei Artaxerxes foi lida para Reum, para Sinsai e para os seus companheiros. Então todos eles foram imediatamente a Jerusalém e, ameaçando os israelitas com armas, os obrigaram a parar as obras.



A reconstrução do Templo

24 O trabalho da construção do Templo havia sido interrompido e tinha continuado parado até o segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia.



Esdras 5

1 O profeta Ageu e o profeta Zacarias, filho de Ido, começaram a dar aos israelitas que estavam em Judá e em Jerusalém mensagens que haviam recebido do Deus de Israel.

2 Zorobabel, filho de Salatiel, e Josué, filho de Jozadaque, ouviram as mensagens. Então começaram a reconstruir o Templo de Jerusalém, e os dois profetas os ajudavam.

3 Quase ao mesmo tempo, Tatenai, o governador da província do Eufrates-Oeste, e Setar-Bozenai e os seus companheiros foram a Jerusalém e perguntaram:
— Quem deu ordem para vocês reconstruírem este Templo e consertarem estas muralhas?
4 Eles também perguntaram os nomes dos homens que estavam ajudando a reconstruir o Templo. 5 Mas Deus estava protegendo os líderes israelitas, e por isso os oficiais persas resolveram não fazer nada enquanto não escrevessem sobre aquele assunto ao rei Dario e recebessem uma resposta.

6 O relatório que Tatenai e Setar-Bozenai e os seus companheiros mandaram ao rei foi este:
7 “Ao rei Dario: Que o senhor governe em paz!

8 Levamos ao seu conhecimento que fomos à região de Judá e vimos que o Templo do Grande Deus está sendo construído com enormes blocos de pedra e que as vigas de madeira estão sendo colocadas nas paredes. O trabalho está sendo feito com muito cuidado, e a obra está indo depressa.
9 “Então nós perguntamos aos líderes do povo quem lhes tinha dado ordem para reconstruir o Templo e as muralhas. 10 Também perguntamos os seus nomes, para que pudéssemos informar ao senhor sobre quem são os chefes do trabalho. 11 Eles responderam: ‘Nós somos servos do Deus do céu e da terra e estamos reconstruindo o Templo que um grande rei de Israel construiu e terminou há muito tempo. 12 Porém os nossos antepassados fizeram o Deus do céu ficar irado, e por isso ele deixou que fôssemos conquistados por Nabucodonosor, rei da Babilônia, que era natural da Caldeia. O Templo foi destruído, e o povo foi levado para a Babilônia. 13 Mas, no primeiro ano do reinado de Ciro como rei da Babilônia, ele mandou que o Templo fosse reconstruído. 14 Também devolveu as vasilhas de ouro e de prata que o rei Nabucodonosor havia tirado do Templo de Jerusalém e colocado no templo de Babilônia. O rei Ciro devolveu essas vasilhas a um homem chamado Sesbazar, que ele havia nomeado governador de Judá. 15 O rei mandou que Sesbazar as levasse de volta para o Templo de Jerusalém. Mandou também que reconstruísse o Templo no mesmo lugar do primeiro.

16 Então Sesbazar veio e colocou os alicerces do Templo. A construção continuou desde aquela época até agora, mas ainda não terminou.’
17 “Portanto, se isso lhe agradar, ó rei, mande agora dar uma busca nos arquivos reais da Babilônia, para saber se o rei Ciro deu ou não ordem para que este Templo fosse reconstruído em Jerusalém. Depois nos informe o que o senhor quer que se faça a respeito desse assunto.”

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